fé cega, faca amolada

(um conto de oficina para para Ana K, Bituca e Gal)
drops de prosa

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Num dia verde, porque verde é a cor da cura, acordou e voltou a ter vontade de viver. Foi feliz, por um tempo. Movia-se, como um gato. Depois entristeceu de novo.
…
Stella e Carolina

desdobrando pensamentos a partir de Stella do Patrocínio e Carolina Maria de Jesus
As formas fugazes que talvez tivéssemos

pequena meditação, um tanto delirante, sobre os livros “A forma fugaz das mãos” (Fábio Pessanha) e “Todos os nomes que talvez tivéssemos” (Guilherme Gontijo Flores)
Nunca estivemos no Kansas / poemas para onde nunca estivemos

No verão em que lancei meu livro de contos, “Nunca estivemos no Kansas”, a prosa-título e alguns poemas-diálogo, tudo junto e misturado
Katrina

Depois das oficinas de poesia, um conto oficineiro (para Anita Deak)
maestrina & retrato de moça no vagão

duas prosas curtas, pequenos esboços de mulheres
caraminholas sobre Torto Arado

um ensaio crítico-viajandão sobre o romance de Itamar Vieira Jr. e suas possibilidades
a palavra

Escrevo, escavo, invento. A palavra: áspero diamante. Quem há de adestrar suas lâminas?
des-modos (ensaio crítico)

uma leitura de Íntimo Desabrigo, livro de poemas de Tarso de Melo